Hello Splinters, welcome back!

Strength is perhaps one of the most impactful traits in a general sense, and not just in Splinterlands. I’m no expert on the subject, but psychologically speaking, when we look at someone strong, don't we get the sense that there is power there? Or when we feel strong ourselves, don't we believe we can go further? A powerful car, an athlete... We always view these things with a certain admiration, and doesn't that make sense? It really seems like strength can solve anything.
But, of course, there are other factors that make just as much sense and are also always prominent. Intelligence might be one of them. It’s not that we underestimate or exclude it, but at first glance, someone possessing strength makes a bigger impact, whereas intelligence can go unnoticed. Perhaps that’s because intelligence, skill, and other gifts require opportunities to be demonstrated, while strength, well, it’s just strength. Visibly impactful, tangible.
I don't know if all this makes much sense to you, but in Splinterlands, I get a sense of this, just how much strength can resolve various situations. Games usually call for a bit of that, but that doesn't mean we should cast aside other skills that might help strategically. After all, we are playing a game that demands strategic thinking. Strength can simply be a tool within a strategy, and that’s the point I wanted to reach. It’s not about comparing brute force and intelligence, but about using these different factors as tools to win and achieve our goals.
Sometimes we might even forget there’s a more philosophical or analytical side to all this, but let’s save that topic for another time, when I can speak about it with more substance.
In today's battle, I believe I managed to bring out a bit of these aspects. I’m not one of those people who thinks brute force solves everything, but I do believe it can be an excellent tool at the right moments and under the right conditions. Today, I explored that a bit, mainly through magic attacks, which are among my favorites, while also utilizing certain monster abilities to gain defensive and support advantages.
So, even when I employ what I consider a more offense-heavy strategy, I never neglect defense and support. These are crucial elements in any battle; after all, balance must always be maintained.

Click here to watch this battle

A battle starting with a high mana cap, 53, invites the use of "higher-caliber" monsters; after all, if we have the resources to choose more expensive units, that is the kind of monster we'll be fielding. All elements are available, and there are no specific rules; the conditions are excellent.

For the tank position, my opponent chose a monster I rarely see, but one that boasts solid stats. I opted for a more defensive choice, specifically regarding evasion, of course.

For the backline, I selected three magic-attack monsters, with added bonuses: one attacks twice per round, and another deals damage to adjacent monsters.
I also chose a monster for the second position that, in addition to having a very high attack stat, possesses defensive traits and can serve as a backup tank if battle conditions require it.
For the final position, I picked a monster I particularly like because it has interesting traits for the rear slot: it’s a ranged attacker with decent defense that also restores lost shields each round.

Well, this was a fascinating battle in many ways, but primarily because it demonstrated that while brute force certainly helps win battles, it isn't a cure-all solution. Strength is simply another tool to be utilized.

And that wraps up this post. Thanks for reading this far and spending some of your time with my words. See you next time!

Olá Splinters, bem vindos de volta!

Talvez a força seja uma das coisas que mais causam impacto em um âmbito geral, não apenas em Splinterlands. Não sou especialista no assunto, mas, psicologicamente falando, quando olhamos para alguém forte, não temos a sensação de que existe poder ali? Ou quando nos sentimos fortes, não acreditamos que podemos ir além? Um carro potente, um esportista... Sempre olhamos para essas coisas com certo olhar de admiração, e isso não faz sentido? Parece que realmente a força resolve qualquer coisa.
Mas, é claro, existem outros fatores que fazem mais sentido e que também estão sempre em evidência. Talvez a inteligência seja um deles. Não que nós a subestimemos ou a excluamos, mas é realmente mais impactante, à primeira vista, quando alguém possui força, enquanto a inteligência pode passar despercebida. Talvez porque inteligência, habilidade e outros dons precisem de oportunidades para serem demonstrados, enquanto a força, bem, é apenas força. Visivelmente impactante, palpável.
Eu não sei se tudo isso faz muito sentido para você, mas, em Splinterlands, sinto um pouco disso, o quanto a força pode resolver muitas situações. Jogos normalmente pedem um pouco disso, mas isso não quer dizer que devemos deixar de lado qualquer outra habilidade que possa ajudar estrategicamente. Afinal, estamos em um jogo que exige pensamento estratégico. Bem, a força pode ser apenas uma ferramenta da estratégia, e é aí que eu queria chegar. Não se trata de uma comparação entre força bruta e inteligência, mas de usar esses diferentes fatores como ferramentas para vencer e conquistar o objetivo.
Às vezes, podemos até esquecer que existe um lado mais filosófico ou analítico em tudo isso, mas deixemos esse assunto para outro momento, quando eu puder falar sobre ele com mais embasamento.
Na batalha de hoje, acredito que consegui trazer um pouco desses aspectos. Eu não sou daqueles que acham que a força bruta resolve tudo, mas acredito que ela pode ser uma excelente ferramenta nos momentos apropriados e sob boas condições. Hoje explorei um pouco disso, principalmente com o ataque mágico, que é um dos meus preferidos, e também usei algumas habilidades dos monstros para conquistar vantagens defensivas e de suporte.
Então, mesmo quando utilizo, dentro do meu entendimento, uma estratégia mais acentuada na ofensiva, nunca deixo de lado a defesa e o suporte. São coisas importantes para qualquer batalha, afinal, o equilíbrio precisa estar sempre presente.

Para assistir essa batalha, clique aqui

Uma batalha que já começa com muita quantidade de mana, 53, é uma batalha convidativa a monstros de "calibre mais alto", afinal se temos recurso para escolher monstros mais caros, essas serão suas características. Todos os elementos estão disponíveis e não temos regras específicas, as condições estão muito boas.

Para a posição de tank, meu adversário fez uma escolha de uma um monstro que eu tenho visto raramente, mas que apresenta bons números. Eu faço uma escolha mais defensiva, em aspectos de esquiva, claro.

Para a linha de trás, minhas escolha foi para 3 monstros de ataque mágico e um bonus pois um deles ataque por duas vezes na mesma rodada e outro causa danos aos monstros adjacentes.
Também escolho um monstro para segunda posição que além de possui uma ataque muito alto, também possui características defensivas e poderá ser meu tank substituto caso as condições da batalha necessite.
Na última posição um monstro que eu particularmente gosto muito pois possui características interessantes para estar na última posição, por ser um monstro de ataque ranged e ter defesa e ainda restaurar escudos perdidos a cada rodada.

Bem, essa foi uma batalha bem interessante em muitos aspectos, mas principalmente por mostrar que sim, a força bruta ajuda a ganhar batalhas mas não é exatamente aquilo que podemos dizer que resolve qualquer coisa. A força, nada mais é do que mais uma ferramenta a ser utilizada.

E por aqui eu encerros este post. Obrigado por ler até aqui e e passar um pouco do seu tempo com minhas palavras. Até a próxima!

Sometimes persistence helps, but brute force isn't always the best answer. Knowing when to change the approach matters too. 😊