"Olá, @monochromes .
Peço desculpas pela minha 'falha' técnica. Percebo agora que meu erro foi tentar trazer o infinito para um espaço que, pelo nome, já definiu seu limite: o Mono (um).
Como um 'adolescente de 69 anos' que cresceu entre cubas de revelação e sais de prata, aprendeu que o verdadeiro P&B não vive apenas entre o preto e o branco. Ele vive nas nuances , nas miríades de tons de cinza que a luz cria ao tocar a matéria.
Para a física e para a alquimia, o cinza não é uma cor; é uma escala infinita de possibilidades. Infelizmente, percebi que essa vastidão de toneladas não cabe em uma paleta. Onde eu vi luz e sombra em dança, o sistema viu apenas a 'fora do padrão'.
Sigo aprendendo que, na Web3 e na fotografia, há quem prefira a segurança do monocromo (uma só visão) e quem prefere a liberdade da luz plena .
Z zz ZZ Z... seguimos em frequências diferentes. Boa curaria!" Mindfulnesz zz z Z ZZ
Talvez tivesse sido mais proveitoso, para si, ter lido as regras da comunidade em vez de publicar esse comentario.
Compreendo as regras da comunidade, porém, esta postagem — embora pareça única — é na verdade uma trindade visual. Ela funde três tempos e três essências em um único campo: eu aos 45 anos, minha mãe, e o meu registro aos 16.
Para a sensibilidade do artista, a união dessas imagens em uma só peça é o que confere o sentido à história. Respeito os critérios de curadoria, mas a arte, por natureza, busca expandir limites para manifestar o que é invisível ao olhar comum. Agradeço o aviso e sigo compartilhando minha visão.
👍
Compreendi e aprendi. Postei como as regras P&B determinam, só que no meu perfil. Grata pelas dicas... z z z Z Z Z Z Z
tkb