The distorted concept of some of the best-selling books.

in Hive Book Club2 months ago (edited)

This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Cosmopolitan

Commercially, any book recognized as a “best seller” is a product that manages to generate great interest on the part of the consuming public. This “magnetized” attention towards a given story can (and in fact should) be translated into sales numbers, after all, it is through this quantitative and financial metric that the “best seller” seal is stamped on the books. Worldwide, the concept is the same, but this does not guarantee quality.

Paying attention solely to the definition of a “best seller” book, it is obvious that the more units are sold, the better this result will be for the publisher that sponsors the book, for the writer (author) and for all other people involved. In the project. However, I am very concerned about the fact that millions of people (the common public) still associate this term as a “guarantee” of quality about what is written on the pages, because this is not real.

I've had the experience of reading some books that are considered “best sellers” and I really can't understand (and I don't even try to do so anymore) the reason for this recognition (apart from the commercial factor, of course). This stamp only had to reach books that really bring an innovative perspective on a more specific topic, but as a term defining concepts, of course “best seller” will always be associated with the quantity of sales as a single factor.

However, this association is increasingly shallow and disconnected from the reality of the facts. Basically, any of them can become a highly profitable product and it all depends solely on a good marketing strategy (which has actually been implemented through tireless campaigns in digital territory through social media). Obviously this is not wrong (and in fact it is a very useful tool), but what about the quality of the product... Doesn't it count?

A “best seller” will always be the best-selling book, regardless of its content. Ironically (or not), this ends up reflecting (in this case, when a notoriously bad book obtains this “recognition” status) the behavior and preferences of an audience that is increasingly empty in terms of reading or delving into stories. A less demanding public and much more likely to buy books with superficial or barely usable approaches.


El concepto distorsionado de algunos de los libros más vendidos.

Comercialmente, cualquier libro reconocido como “best seller” es un producto que logra generar un gran interés por parte del público consumidor. Esta atención “magnetizada” hacia una determinada historia puede (y de hecho debe) traducirse en cifras de ventas; después de todo, es a través de esta métrica cuantitativa y financiera que se estampa el sello de “best seller” en los libros. En todo el mundo el concepto es el mismo, pero esto no garantiza la calidad.

Prestando atención únicamente a la definición de libro “best seller”, es obvio que cuantas más unidades se vendan, mejor será el resultado para la editorial que patrocina el libro, para el escritor (autor) y para todas las demás personas involucradas. En el proyecto. Sin embargo, me preocupa mucho el hecho de que millones de personas (el público común) todavía asocien este término como una “garantía” de calidad de lo que está escrito en las páginas, porque esto no es real.

He tenido la experiencia de leer algunos libros que son considerados “best sellers” y realmente no logro entender (y ya ni intento hacerlo) el por qué de este reconocimiento (aparte del factor comercial, por supuesto). Este sello sólo tenía que llegar a libros que realmente aportaran una perspectiva innovadora sobre un tema más específico, pero como término que define conceptos, por supuesto “best seller” siempre estará asociado a la cantidad de ventas como factor único.

Sin embargo, esta asociación es cada vez más superficial y desconectada de la realidad de los hechos. Básicamente, cualquiera de ellos puede convertirse en un producto altamente rentable y todo depende únicamente de una buena estrategia de marketing (que de hecho se ha implementado a través de incansables campañas en territorio digital a través de las redes sociales). Evidentemente esto no está mal (y de hecho es una herramienta muy útil), pero ¿y la calidad del producto... ¿No cuenta?

Un “best seller” siempre será el libro más vendido, independientemente de su contenido. Irónicamente (o no), esto acaba reflejando (en este caso, cuando un libro notoriamente malo obtiene ese estatus de “reconocimiento”) el comportamiento y las preferencias de un público cada vez más vacío a la hora de leer o profundizar en historias. Un público menos exigente y mucho más proclive a comprar libros con planteamientos superficiales o apenas aprovechables.


O conceito deturpado sobre alguns dos livros mais vendidos.

Comercialmente, qualquer livro reconhecido como um “best seller” é aquele produto que consegue gerar um grande interesse por parte do público consumidor. Essa atenção “magnetizada” em relação a uma determinada história pode (e na verdade deve) ser traduzida em números de vendagens, afinal, é através dessa métrica quantitativa e financeira que o selo “best seller” é carimbado nos livros. Mundialmente, o conceito é o mesmo, mas isso não garante qualidade.

Prestando atenção unicamente no que é a definição de um livro “best seller”, é óbvio que quanto mais unidades forem vendidas, melhor será esse resultado para a editora que patrocina o livro, para o escritor (autor) e para todas as outras pessoas envolvidas no projeto. No entanto, me preocupa muito o fato de ainda milhões de pessoas (o público comum) associarem esse termo como uma “garantia” de qualidade sobre o que está escrito nas páginas, porque isso não é real.

Eu já tive a experiência de ler alguns livros que são considerados como “best sellers” e realmente não consigo entender (e nem procuro mais fazer isso) a razão desse reconhecimento (além do fator comercial, é claro). Esse carimbo só tinha que chegar aos livros que realmente trazem uma perspectiva inovadora sobre um tema mais específico, mas como um termo definidor de conceitos, é claro “best seller” sempre estará associado a quantidade de vendas como fator único.

No entanto, essa associação está cada vez mais rasa e desconexa com à realidade dos fatos. Basicamente, qualquer um deles pode se tornar um produto altamente rentável e tudo depende unicamente de boa estratégia de marketing (que realmente vem sendo implementada através de incansáveis campanhas em território digital através de mídias sociais). Obviamente que isso não é errado (e de fato é uma ferramenta muito útil), mas e à qualidade do produto... Não conta?

Um “best seller” sempre será o livro mais vendido, não importando o seu conteúdo. Ironicamente (ou não), isso acaba refletindo (no caso, quando um livro notoriamente ruim obtém esse status de “reconhecimento”) o comportamento e as preferências de um público que se mostra cada vez mais vazio em termos de leitura ou aprofundamento de histórias. Um público menos exigente e muito mais propício a comprar os livros com abordagens superficiais ou pouco utilizáveis.

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I totally agree with this. Not all "best-sellers" are of good quality. Others may have become highly popularized through social media.