
If you look around you (and you don't even need to go that far to do so), whether in face-to-face contact or through the internet, you will certainly notice how people (almost universally) are becoming less and less impatient, or in fact, no longer know how to converse. Emotionally (or even grammatically, although that is not the focus of this post), there is a dominance of feelings over these people, who delve into immeasurable discussions of a political, sexual, religious, scientific, sentimental nature... And so many other layers of strong content within a society.
Verbal communication seems to be being lost, literally. This skill has been used less and less, after all, we are dealing with a society (worldwide, in fact) that only reproduces the speech of other people and seems unable to think for itself anymore. Once involved in this "bubble" of repetition, the emotions of more "heated" speeches have become very common in everyday life, especially in the digital field (where "everything" is allowed). This action demonstrates how much people have become "numb" to this type of normalized behavior.
Here is a reality that makes me question how real human evolution actually is. Obviously, advances have occurred throughout time and history, but what is really considered "evolution" within such "modern" scenarios (after all, we are living in the most technological era of all time) that show us just the opposite? I don't have enough philosophical or psychological background to support a more elaborate text on this, but my thoughts on the use of the ability of human beings to converse really make me reflect a lot (mainly about future generations).
We live in a kind of "alternative reality," where we can have the best of both worlds. However, it seems that many people still insist on "regressing" in time, making me believe that part of human evolution is just a kind of "placebo" that was invented to make us believe in better days. Perhaps my concept of all this reality is too pessimistic for some of you; but for me, it is a compelling (and very realistic) view of facts that are right under our noses. Having a civilized conversation is becoming a kind of utopia; or did evolution (in that kind of sense) never actually exist?
Si observas a tu alrededor (y ni siquiera necesitas ir muy lejos para hacerlo), ya sea en persona o a través de internet, sin duda notarás cómo la gente (casi universalmente) se está volviendo cada vez menos impaciente, o incluso, ya no sabe cómo conversar. Emocionalmente (o incluso gramaticalmente, aunque ese no es el tema de esta publicación), predominan los sentimientos en estas personas, que se sumergen en interminables discusiones de índole política, sexual, religiosa, científica, sentimental... y tantas otras capas de contenido complejo dentro de la sociedad.
La comunicación verbal parece estar perdiéndose, literalmente. Esta habilidad se utiliza cada vez menos; después de todo, nos enfrentamos a una sociedad (mundial, de hecho) que solo reproduce el discurso de los demás y parece incapaz de pensar por sí misma. Una vez inmersos en esta "burbuja" de repetición, las emociones que se manifiestan en discursos más “acalorados” se han vuelto muy comunes en la vida cotidiana, especialmente en el ámbito digital (donde "todo" está permitido). Esta acción demuestra hasta qué punto la gente se ha vuelto "insensible" a este tipo de comportamiento normalizado.
He aquí una realidad que me hace cuestionar cuán real es la evolución humana. Obviamente, los avances han ocurrido a lo largo del tiempo y la historia, pero ¿qué se considera realmente "evolución" dentro de escenarios tan "modernos" (después de todo, vivimos en la era tecnológica más avanzada de todos los tiempos) que nos muestran precisamente lo contrario? No tengo la suficiente formación filosófica o psicológica para desarrollar un texto más extenso sobre esto, pero mis reflexiones sobre el uso de la capacidad humana de conversar me llevan a pensar mucho (principalmente sobre las generaciones futuras).
Vivimos en una especie de "realidad alternativa", donde podemos tener lo mejor de ambos mundos. Sin embargo, parece que mucha gente insiste en "regresar" al pasado, lo que me hace creer que parte de la evolución humana no es más que una especie de "placebo" inventado para hacernos creer en tiempos mejores. Quizás mi visión de esta realidad sea demasiado pesimista para algunos; pero para mí, es una perspectiva convincente (y muy realista) de hechos que están ante nuestros ojos. Tener una conversación civilizada se está convirtiendo en una especie de utopía; ¿o es que la evolución (en ese sentido) nunca existió realmente?
Se você olhar bem ao seu redor (e nem precisa ir tão longe para fazer isso), seja num contato face a face ou através da internet, certamente vai perceber como as pessoas (quase que de um modo geral) estão cada vez menos impacientes, ou de fato, não sabem mais conversar. Emocionalmente (ou até mesmo gramaticalmente, embora esse não seja o foco deste post), há uma dominância dos sentimentos sobre essas pessoas, que mergulham em discussões imensuráveis de teor político, sexual, religioso, científico, sentimental... E tantos outras camadas de forte teor dentro de uma sociedade.
A comunicação verbal parece estar sendo perdida, literalmente. Essa habilidade tem sido cada vez menos usada, afinal, estamos lidando com uma sociedade (a nível mundial, aliás) que apenas reproduz falas de outras pessoas e parece que não conseguem mais pensar por si próprias. Uma vez envolvida nessa “redoma” de repetição, as emoções de discursos mais “acalorados” se tornaram muito comuns no dia-a-dia, especialmente no campo digital (onde “tudo” é permitido). Uma ação que demonstra o quanto as pessoas já estão “anestesiadas” com esse tipo de comportamento naturalizado.
Eis aqui uma realidade que me faz questionar sobre o quão a evolução humana é de fato real. Obviamente que avanços aconteceram ao longo do tempo e da história, mas o que é realmente considerado como “evolução” dentro de cenários tão “modernos” (afinal, estamos vivendo na era mais tecnológica de todos os tempos) que nos mostram justamente o contrário? Não tenho base filosófica ou psicológica o suficiente para fundamentar um texto mais elaborado sobre isso, mas os meus pensamentos sobre o uso da habilidade de conversar dos seres humanos realmente me faz refletir muito (principalmente sobre as próximas gerações).
Vivemos em uma espécie de “realidade alternativa”, onde podemos ter o melhor dos dois mundos. No entanto, parece que muitas pessoas ainda insistem em “regredir” no tempo, me fazendo acreditar que uma parte da evolução humana é apenas uma espécie de “placebo” que foi inventado para nos fazer acreditar em dias melhores. Talvez o meu conceito sobre toda essa realidade seja muito pessimista para alguns de vocês; mas para mim, é uma visão contundente (e bem realista) de fatos que estão debaixo do nosso nariz. Conversar civilizadamente vem se tornando uma espécie de utopia; ou a evolução (nesse sentido), de fato nunca existiu?
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